segunda-feira, 31 de outubro de 2016

domingo, 23 de outubro de 2016

CAMINHANDO E APRECIANDO...


Caminhando pelo Oeste, vindo do norte, passei pelo quintal de um amigo onde vi algumas meninas, dirigindo-me à Lourinhã, (Capital da Abóbora), ao ver tantas meninas juntas lembrei-me do Natal em que a procura do produto aumenta, estou-me a lembrar das merendeiras que a minha mãe fazia e vários doces feitos da abóbora que enriquecia a nossa mesa, lembro-me da abóbora porqueira que fazia engordar suínos, lembro-me da abóbora para sopa que chegavam a pesar 10Kgs ou mais, lembrando-me de tudo isto por momentos fiquei mais novo! Antes do Natal já sabem caminhem pelo Oeste em direcção à Lourinhã.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

GRANDE LIÇÃO!!!

UMA LIÇÃO DE HUMILDADE
Um psicólogo fingiu ser varredor durante 1 mês e viveu como um ser invisível.
Vestiu a farda de varredor durante 1 mês e varreu as ruas da Universidade, onde é professor e investigador, para concluir a sua tese de mestrado sobre “invisibilidade pública”.
Ele procurou mostrar com a sua investigação a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma perceção humana totalmente condicionada pela divisão social do trabalho, onde se valoriza somente a função social e não a pessoa em si. Quem não está bem posicionado sob esse critério, torna-se uma mera sombra social.
Constatou que, aos olhos da sociedade, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”...
Garante que teve a maior lição de sua vida:
- “Descobri que um simples BOM DIA, que nunca recebi como varredor, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”.
Diz que sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.
- “Os meus colegas professores que me abraçavam diariamente nos corredores da Universidade passavam por mim e não me reconheciam. Eu até parava de varrer, na esperança de ser reconhecido por causa da farda que eu usava.
Quando voltei para casa, para o seu mundo real, mudei substancialmente a minha forma de pensar. A partir do momento em que se experiencia essa condição social, não se esquece nunca mais. Esta experiência mudou a minha vida, curou a minha doença burguesa, transformou a minha mente. A partir desse dia, nunca mais deixei de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe, que é importante, que tem valor.”