sexta-feira, 26 de junho de 2015

3ª MEDALHA DE OURO PARA TELMA MONTEIRO...


Em dois minutos, Telma Monteiro ganha ouro nos Jogos Europeus em Baku!

 
Já está garantida a conquista da 3.ª medalha de ouro - e do 9.º pódio - de Portugal nos Jogos Europeus. Telma Monteiro venceu, esta quinta-feira, o torneio feminino de judo (- 57 kg).
Na final do torneio feminino de -57 kg, a judoca portuguesa derrotou a húngara Hedvig Karakas, por 'ippon' ( a mais forte penalização no judo e que termina o combate de imediato) ao fim de apenas 1.49 minutos. Com uma entrada de rompante (antes também já tinha pontuado por 'waza-ari'), Telma Monteiro garantiu a conquista da 9.ª medalha portuguesa nos Jogos Europeus, que estão a decorrer em Baku (Azerbaijão).
Ao mesmo tempo, a atleta do Benfica, de 29 anos, somou o seu 5.º título europeu de judo, já que a competição também conta como Campeonato da Europa da modalidade. Telma já tinha ganho o ouro nos europeus de 2006, 2007 (ambos em - 52 kg), 2009 e 2012 (exibindo ainda uma prata e cinco bronzes no palmarés).
No percurso até à final, em Baku, a n.º1 do ranking mundial já tinha afastado a sérvia Jovana Rogic (nja primeira ronda, por 'shido'), a holandesa Sanne Verhagen (nos quartos-de-final, também por 'shido') e francesa Automme Pavia (nas meias-finais, por 'waza-ari').
Antes da entrada em cena do judo (no qual, já esta quinta-feira, Sergiu Oleinic ficou à porta da medalha de bronze, em -66 kg), Portugal já tinha somado oito medalhas na edição inaugural dos Jogos Europeus. Duas foram de ouro: Rui Bragança (-58 kg) no taekwondo e no ténis de mesa por equipas (Marcos Freitas, Tiago Apolónia e João Geraldo). Quatro de prata: João Silva no triatlo, João Costa no tiro e Fernando Pimenta em K1 1.000 e 5.000 metros na canoagem. E outras duas de bronze: Júlio Ferreira (-80 kg) no taekwondo e a dupla Beatriz Martins/Ana Rente nos trampolins sincronizados.
eus

segunda-feira, 22 de junho de 2015

DESABAFO DE SPORTINGUISTA...

Há anos que repito aos meus amigos que sou adepto de "um clube essencialmente católico", o Sporting. Porquê? Porque "só ganha quando Deus quiser"!

Mas não era preciso exagerar, nomeando Jesus para treinador...

quinta-feira, 18 de junho de 2015

UMA MOSCA GREGA NA SOPA EUROPEIA...

Opinião

Uma mosca grega na sopa europeia


Com esta frase Paul Mason terminava o seu apontamento para o Channel4 inglês sobre a situação na Grécia. Aliás, de repente, todos têm analogias para a Grécia, há quem fale de moscas e há quem fale de cirrose, o que não é nada tranquilizante pois pode querer dizer que a Europa é alcoólica.
Todos os que exercem poder na Europa parecem preferir que a Grécia desapareça, pois tudo seria certamente mais simples sem esta grande "chatice" que é ter um "problema grego" – até há quem designe o país como cirrose, levando a questionar se a Grécia é o fígado da Europa e levando a concluir que a Europa é alcoólica em último grau e que, portanto, ou faz uma cura forçada, um transplante imediato ou morre.
Mas também o cidadão normal parece contagiado por sentir que é necessário ter uma opinião sobre a Grécia. "Eles que saiam", li num comentário num jornal online, outros dizem no Facebook  "não vou pagar reformas aos 55 anos quando aqui já vamos nos sessentas".
No fim de contas, como sempre, há desinformação a rodos, lançada pelos próprios intervenientes e muitas vezes mesmo por aqueles que deveriam zelar pela normalidade, isto é, os próprios governantes dos países Europeus e altos funcionários da Comissão.
Nestas negociações não há inocentes em lado nenhum, as posições estão polarizadas e há uma luta a ganhar e ou ganha a Grécia ou ganham os que se lhe opõem. Mas será mesmo assim? Talvez seja mais complicado do que isso.
À primeira vista tudo parece muito claro, há um país que se endividou brutalmente e portanto tem de ser responsabilizado e pagar. Certo? Talvez não. Indo por partes do geral para o particular.
Há várias lutas políticas em campo e depois há a população grega. Não quero dizer que a Grécia é o equivalente à Espanha de 1936 porque é forte demais, mas no campo das ideias talvez seja um bom ponto de partida para fazer um reset à espuma dos dias e ir mais fundo, onde está o que interessa para compreender o que está em jogo.
Em 1936 na Guerra Civil espanhola opunham-se duas forças no terreno, com aliados estrangeiros extremistas presentes em cada lado à direita e à esquerda e outros ausentes, como as democracias europeias. Escolho a Guerra Civil Espanhola porque foi definidora da evolução política dos anos seguintes na Europa tal como me parece que será a Grécia hoje.
Em 2015 não temos guerra com armas na Grécia (ou pelo menos ainda não a temos), mas temos uma guerra de palavras em curso entre duas posições extremadas, a do Syriza e a dos partidos que governaram antes dele (direita e esquerda, Nova Democracia e PASOK e todos os que se formaram após a sua desintegração).
Não vale a pena perder muito tempo com esta parte da história, pois após sete anos de austeridade em Portugal e na Europa toda a gente já teve tempo de escolher lados e assumir-se como Austeritário e apoiar governos que professam essas políticas ou assumir-se como não Austeritário e estar do lado dos que acham que a política deve ser de crescimento e ter austeridade quanto baste.
No entanto, porque o governo grego resolveu desafiar tudo o que se assumiu como correcto de ser feito sob a bandeira da austeridade ao nível político europeu e também na Itália, Espanha, Portugal e Irlanda, estamos realmente num momento definidor. Ou se começa de novo e se faz um mea culpa parcial, iniciando-se um novo período ou se continuará em frente para o ano sete da era da euro-austeridade.
Hoje estamos já num local muito distante da discussão sobre quem teve a culpa da crise ter surgido, se os governantes, se os bancos, se outra coisa qualquer. Neste momento essa é uma discussão que perdeu relevância, o que se está a discutir é se a solução maioritariamente adoptada na zona euro para lidar com a crise deve ou não continuar a ser a austeridade só por si.
A questão central é que os actuais governos alemão, português ou espanhol, os partidos que fazem parte de coligações no governo na Holanda e Finlândia, bem como ex-governantes nacionais, agora nas instituições europeias, têm bastante a perder se a base da sua política for colocada em causa de forma abrupta com uma qualquer viragem política rápida na Grécia – tanto mais que há eleições ainda a serem feitas em Portugal e Espanha este ano.
Por outro lado, toda a gente já percebeu que instituições como o FMI estão obsoletas, pois não estão estruturadas para lidar com países com moeda única. O que aconteceu durante as troikas foi um exercício de incompetência atroz por parte de executantes que não detinham o saber necessário para lidar com um fenómeno com o qual não se haviam antes confrontado. Uma vez largados no terreno apenas lhes restava continuar em frente para não perder a face.

terça-feira, 16 de junho de 2015

FENOMENAL PROVA DE ENTRADA PARA A UNIVERSIDADE...


FENOMENAL!!!

numa prova de entrada para a Universidade...


Questão: Interpretar o seguinte trecho de poema de Camões

'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer'

Uma aluna deu a sua interpretação:

'Ah Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!'

Teve nota máxima!

Foi a primeira vez, depois de mais de 500 anos, que alguém entendeu
qual era a ideia do Camões...
 

domingo, 14 de junho de 2015

UNIFORMIZAR, ACORDO ORTOGRÁFICO...

No outro dia, ouvi o Malaca Casteleiro dizer que o Acordo Ortográfico em que trabalhou incansavelmente ao longo de anos e anos teve por objectivo uniformizar a língua entre todos os países de expressão portuguesa.  Assim sendo, os brasileiros têm rabo ou somos nós que vamos passar a ter bunda? E as senhoras, as de cá passarão a usar calcinha ou são as de lá que usarão cuecas? De fato eles vestem fato ou nós, de facto, de futuro envergaremos terno? O governo de cá rouba-nos a grana ou é o de lá que lhes sonega o carcanhol? Passamos a ir à lanchonete ou são eles que vão ao café? Vamos beber um bagaço à tasca ou uma cachaça ao boteco? E o tipo que defende a baliza, é para eles guarda-redes ou, para nós, será goleiro? E como nos passaremos a mover? Nós de trem, ônibus, bonde, ou eles de comboio, autocarro, eléctrico? Esperamos pelo transporte na parada ou continuaremos a fazê-lo na paragem? Respeitamos a bicha na paragem ou antes a fila na parada? E aquele gajo porreiro, de pêra, que vai a sair da esquadra? Vamos ter que dizer que é um cara legal, de cavanhaque, a sair da delegacia? Se quisermos agrafar um relatório, recorreremos a um grampeador ou a um agrafador? E se o nosso fito é afiar um lápis, agarramos num apontador ou num apara-lápis? Fomos à privada e não usámos a descarga ou fomos à retrete e não puxámos o autoclismo? 

E por aqui, pela merda, me fico. Em castelo. À Casteleiro. Em bom português, do único, porque merda é merda, aqui ou no Brasil.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

PRAIA PEDAGÓGICA EM LAVOS...

Foto DB/JOT´ALVES
A Casa dos Pescadores da Costa de Lavos inaugurou ontem uma praia pedagógica, a única do concelho, fazendo visitas guiadas à fauna e à flora para cerca de 100 alunos locais, da Figueira da Foz e Soure.
A visita de estudo incluiu arte xávega e um palheiro – antiga casa típica de pescador. Este foi um dos vários eventos organizados pela Câmara da Figueira da Foz na coletividade para assinalar o Dia Mundial dos Oceanos (ver edição de ontem).
Do extenso programa só ficou de fora a assinatura do protocolo para a dinamização da praia pedagógica, entre a Casa dos Pescadores e a autarquia da Figueira da Foz.
“Ainda não foi formalizado” na reunião de câmara, justificou assim o vereador Carlos Monteiro ao DIÁRIO AS BEIRAS o adiamento da cerimónia. Não obstante a formalidade, as visitas vão continuar a realizar-se. Aliás, as de ontem não foram as primeiras.
Versão completa na edição impressa

segunda-feira, 8 de junho de 2015

CINCO POSTAIS PARA O GOVERNO...


Cinco postais para o governo (do sociólogo Boaventura Sousa Santos), - FAÇAM CIRCULAR

Esta já é antiga mas, como este governo fez orelhas moucas e vêem aí eleições, que tal voltar a repetir o conselho?
Será que é irrealista ou será que é contra os interesses partidários?
Deviam ser enviados às toneladas todos os dias para não nos tomarem por parvos...”
 


E IGUALMENTE PARA QUEM NÃO ESTÁ NA SITUAÇÃO DE REFORMADO!

O INEM ESTÁ DOENTE...

Saúde Ninguém se entende no INEM. Afinal, o que se passa?

De um momento para o outro, o INEM tornou-se assunto central da agenda mediática. Mas afinal o que se está a passar com o serviço de urgência?
 O presidente do INEM, Paulo Campos, e os técnicos da entidade, estão de costas voltadas. As condições de trabalho, pagamentos de ordenados e horas extraordinárias pontuam um dia de críticas de parte a parte e até de receios de que os meios falhem. Vamos então perceber o que se passa.
 Da parte do INEM, sugere-se que "existem mesmo SMS que incentivam ao absentismo e ao abandono do serviço” e critica-se ainda a "falta de profissionalismo” de técnicos, como cita a Lusa. Já da parte dos trabalhadores há uma exigência que começa a sobressair: o pedido de demissão do presidente da entidade.
Os técnicos de ambulância de emergência estão desde o início do mês a recusar fazer horas extraordinárias, protestando contra a falta de pagamento de subsídios e de horas extra e de mais cortes no salário.
Ricardo Rocha, do Sindicato dos Técnicos de Ambulâncias de Emergência, adiantou que desde há algum tempo se tem verificado haver técnicos de emergência obrigados a fazer 23 a 24 dias consecutivos de trabalho. As horas extraordinárias já ultrapassaram as 150 anuais "e ainda estamos no mês de junho", diz.
No mesmo tom surgem críticas de Rui Gonçalves, da Comissão de Trabalhadores. Os técnicos estão “a reivindicar aquilo que são os direitos básicos, o reconhecimento pelo trabalho prestado, o respeito acima de tudo, a carreira e as condições de trabalho”, disse esta manhã aos jornalistas, acrescentando que em causa poderão estar também dezenas de postos de trabalho e que “os técnicos estão exaustos e é necessário que o INEM cuide de nós”.
No entretanto, uma dúvida tem surgido na capital: haverá técnicos suficientes disponíveis para atender pessoas em caso de desastre? Da parte do INEM, admitia-se ao final da manhã que, entre as 21 viaturas, havia sete inoperacionais. Mas os números chegaram com uma ressalva: outras 75 ambulâncias, dos bombeiros da Grande Lisboa, estavam disponíveis para ajudar nos serviços de urgência.
Entretanto, já durante a manhã de hoje, o responsável máximo do INEM garantiu que que foram pagos até agora "todos os valores reclamados do passado" pelos trabalhadores, enquanto o pagamento dos subsídios de alimentação dos turnos extra começa a ser pago este mês.
Num dia em que o presidente do INEM reuniu com o secretário de Estado, o tom de críticas tem subido de parte a parte. E embora Paulo Campos tenha vincado que "não há um único posto de trabalho dos técnicos de ambulância que esteja em causa" e que ele próprio está a acompanhar a situação "com serenidade", a verdade é que do lado dos trabalhadores a relação parece ter chegado a um ponto de rutura, com o pedido de demissão de Paulo Campos já a fazer parte de algumas reivindicações que têm sido ouvidas.

sábado, 6 de junho de 2015

A FIGUEIRA E SUA EVOLUÇÃO...


Para fazer a travessia na Foz do Mondego, Figueira /Cabedelo o SARAMUGO com capacidade para 40 passageiros, veio reiniciar a ligação fluvial na Foz do Mondego!


Substituindo o "LUÍS ELVIRA" que até à década de 1970, fazia este serviço transportando estudantes, trabalhadores dos Estaleiros, turistas e a mim particularmente, quando me apetecia e tinha oportunidade de dar um mergulho nas calmas águas do Cabedelo, QUE SAUDADES!...