sábado, 30 de maio de 2015

PORTUGUESES QUE VIVEM NA AMÉRICA...

Portugueses que vivem na América são respeitados

O olhar dos portugueses no estrangeiro

Publicado em 2011-06-02

GUIDA CARVALHOSA, ESTADOS UNIDOS

Os portugueses que vivem na América são respeitados e altamente considerados porque são trabalhadores árduos e responsáveis.
 
Portugueses que vivem na América são respeitados
 
A crise portuguesa na América é vista num contexto mais vasto na crise europeia onde a Grécia e a Irlanda são vistos como os principais culpados e onde há um medo de que a crise se possa estender a Espanha. A solidariedade francesa e alemã é vista com muito cepticismo e cria bastantes dúvidas sobre este apoio à Europa "periférica" Os portugueses são fortes e dedicados. Como sempre Portugal irá sobreviver uma vez mais.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

POETA GOZADOR...

POETA GOZADOR

Pelo Rocio afora ia Bocage correndo uma tarde de 1795. Como havia rumores de revolta no norte do país, tudo quanto era extraordinário se tornava suspeito.
Além disso, Bocage ia gritando:
– Novas! Novas! Há novas!
Muita gente, na boa fé, seguiu Bocage correndo. Na Rua do Ouro, iam atrás dele mais de quinhentas pessoas. Bocage seguiu até ao Terreiro do Paço, e aí subindo a um banco do cais, rodeado de muita gente, pediu silêncio. Todos se calaram, para ouvir as “novas”, mas Bocage, mostrando as botas que trazia calçadas disse:
-Novas, compradinhas agora mesmo.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

‘QUOUSQUE TANDEM’...?

‘Quousque tandem’...?

1. Não foram precisos seis meses para que o Governo do Syriza, a golpes de inépcia, arrogância e irresponsabilidade, mostrasse como se afunda económica e financeiramente um país, colocando a Grécia de novo à beira da bancarrota.
O novo Governo grego herdou uma situação socialmente muito penosa - mercê da profunda recessão económica, do desemprego, da perda de rendimentos - mas esperançosa no plano económico e financeiro. No ano de 2014, pela primeira vez desde o "resgate" do país em 2010, a Grécia experimentava crescimento económico, diminuição do desemprego, saldo orçamental primário positivo, redução dos juros implícitos da dívida externa, perspetivas de regresso aos mercados da dívida e de saída do programa de assistência com a ‘troika', se cumpridas as obrigações em falta, mediante um "programa cautelar" de segurança. 
As perspetivas para 2015 eram otimistas em todas estas variáveis. O próprio Governo Syriza projetou o crescimento para 2,5%, superior ao de Portugal. Tudo se esvaiu em poucos meses. A economia começou a patinar, o país voltou a entrar em recessão, em contraciclo com o resto da Europa, e as previsões de crescimento caíram dramaticamente, oscilando agora entre zero e 0,5%. A cobrança de impostos caiu substancialmente e a retirada de fundos dos bancos não cessou desde então. Os juros implícitos da dívida voltaram a subir.
Recusando as condições mínimas para o encerramento do programa de assistência (de modo a receber a última fatia do resgate), excluída dos mercados da dívida e com a cobrança de impostos a descer, a Grécia aproxima-se do fim da linha.
2. A rápida degradação da situação económica e financeira da Grécia não facilita uma saída airosa. É evidente que, se Atenas recusa os necessários compromissos de disciplina orçamental, as três instituições financiadoras (FMI, BCE e Comissão Europeia) não estão disponíveis nem para desembolsar o que resta do plano de resgate ainda em aberto nem para assegurar a assistência financeira posterior, de que o país vai continuar a precisar.
Como ontem afirmava o ministro das finanças francês M. Sapin, "não podemos financiar mais défices da Grécia; não há um único governo na Europa que possa chegar ao seu parlamento ou aos seus eleitores e pedir-lhes que continue a financiar o desequilíbrio orçamental da Grécia". Atenas vai ter de gastar menos do que arrecada (ou vice-versa), assegurando um razoável saldo orçamental primário.
Mantendo o desplante político de que desde o início usa e abusa, o Governo grego ameaça que se entrar em bancarrota será uma catástrofe para a Grécia mas também o princípio do fim da união monetária. É tempo de pôr termo a esta chantagem. O que ameaça a estabilidade, a credibilidade e a integridade da união monetária é manter a todo o custo países que se recusam a cumprir as suas regras.
Depois de ter desbaratado a confiança dos financiadores na sua boa-fé negocial, o governo Syriza põe à prova a sua paciência, depois de meses de arrastamento de pseudo-negociações sem resultado palpável. Parafraseando Cícero, a questão é saber até quando a Grécia poderá continuar a abusar da nossa paciência.

sábado, 16 de maio de 2015

QUEM SE LEMBRA DELE, OU DELA?


Do Luís Elvira, que fazia a travessia do Mondego Figueira/Cabedelo, ou da velhinha Ponte dos Arcos da Gala, no próximo mês de junho, serão retomadas as travessias de passageiros na Foz do Mondego.

terça-feira, 5 de maio de 2015

AUMENTAM ROUBOS DE CARROS NA MATOLA...

Aumentam roubos de carros na Matola

domingo, 3 de maio de 2015

ESCOLA JOÃO DE BARROS CONCORRE AO "SABOR" DO VENTO...

A Escola João de Barros concorreu aos prémios Ciência na Escola da Fundação Ilídio Pinho com o projeto Vontade de Empreender pela Natureza em Terra e no Oceano (VENTO), tendo já ultrapassado várias etapas.
No âmbito deste concurso, tem realizado diversas iniciativas. Recentemente, os alunos ligados ao concurso visitaram o Museu de Marinha e a “Fragata D. Fernando II e Glória”.
Por sua vez, o Clube Náutico da Figueira da Foz deslocou-se à escola para falar sobre a vela. Ainda movido pelo VENTO, o estabelecimento de ensino convidou os ex-alunos Adriano Andrade e Filipe Andrade, que atualmente frequentam o curso de engenharia aeronáutica na Universidade da Beira Interior, e Miguel Silvestre, professor do Departamento de Ciências Aeroespaciais, da Faculdade de Engenharia da mesma universidade, para uma palestra.
Versão completa na edição impressa   (Diário as Beiras)                                   (foto DR)

sexta-feira, 1 de maio de 2015

E JÁ LÁ VÃO 3...


Três anos a caminhar rumo oeste, para quando e onde será o fim da picada? É uma incógnita! Porque depende de muita coisa incluindo a resistência do corpo humano...Desistir nunca!