segunda-feira, 28 de abril de 2014

BARRINHA DE MIRA...

Barrinha é “obra-prima da criação do mundo”

Edição de: 
Quando se fala da Praia de Mira é inevitável falar, claro está, da praia e da Barrinha. Uma visão redutora na opinião de Francisco Reigota, que, na defesa da sua freguesia, assume que a Praia de Mira «é cheia de encantos e tem um património ambiental riquíssimo». Constituída pela Videira, Barra de Mira e Praia de Mira, a freguesia tem «uma oferta ambiental extraordinária». O roteiro turístico tem para oferecer, «além da floresta e da pesca, todo um sistema hídrico composto por valas, ribeiras, canais, lago do mar, Barrinha, entre outros».

sexta-feira, 18 de abril de 2014

PÁSCOA FELIZ...

Se possível com cabrito assado, mas no forno, o dragão este ano não deita fogo, foi assado pela águia.

domingo, 13 de abril de 2014

CAMINHANDO ATÉ MELGAÇO...

Melgaço Primeiro palmo de terra portuguesa vendido a um espanhol

O Governo português aceitou vender, em segredo, o terreno mais a Norte de Portugal a um proprietário espanhol. A população de Melgaço está revoltada, de acordo com o Jornal de Notícias, e exige que o negócio seja anulado.
PAÍS
Primeiro palmo de terra portuguesa vendido a um espanhol
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“É lamentável, a todos os níveis, que tenham sido vendidos os primeiros palmos de terra de uma nação”. É desta forma que a população de Melgaço, nas palavras do deputado municipal do PSD Jorge Ribeiro, reage à venda, por parte do Governo, dos 60 metros quadrados de terreno mais a Norte de Portugal.
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No terreno vendido, está a mais importante casa da Guarda Fiscal, que em tempos funcionou como uma prisão provisória para os contrabandistas, na fronteira que liga Melgaço a S. Gregório.
O negócio foi feito por ajuste direto e em segredo, com um proprietário espanhol, que pagou 2.800 euros ao Estado português.
“A nossa ideia é restaurar a casa, içar a bandeira portuguesa e colocar no local informações sobre a história da fronteira”, contou ao Jornal de Notícias o antigo guarda-fiscal Avelino Fernandes.
Para evitar situações futuras, o presidente da Câmara de Melgaço sugere que se qualifiquem os restantes edifícios das fronteiras como sendo de interesse municipal.