terça-feira, 4 de junho de 2013

PORTUGUESES "LIBERTOS" DOS IMPOSTOS...

Mais um dia que em 2012

Portugueses ficam hoje "libertos" dos impostos

Portugal é o 7.º país da União Europeia em que os cidadãos trabalham menos para conseguirem cumprir obrigações fiscais. Chipre foi o primeiro e os belgas ainda têm de esperar mais dois meses.



Os portugueses estão a partir de hoje "libertos" de impostos, depois de terem trabalhado mais de cinco meses para pagarem ao Estado as suas obrigações fiscais, sendo o salário recebido daqui para a frente o seu verdadeiro rendimento líquido.
De acordo com um relatório da organização New Direction - Fundação para a Reforma Europeia, revelado no final de maio, o número de dias que os portugueses têm de trabalhar para pagar os seus impostos tem vindo a aumentar nos últimos anos.
O documento intitulado "The tax burden of typical workers in the EU 27" ('O fardo fiscal dos trabalhadores médios na Europa a 27') mostra que, em 2011, os portugueses tiveram de trabalhar até 29 de maio para cumprir as suas obrigações fiscais. Em 2012, essa fronteira passou para 3 de junho, data em que puderam celebrar o Dia da Libertação de Impostos, dia a partir do qual o rendimento ganho já é para encaixe próprio e não para o Estado.
No contexto europeu, Portugal é, este ano, o 7.º país da União Europeia onde os cidadãos têm de trabalhar menos dias, depois de, em 2012, ter ocupado a 9.ª posição entre os 27 Estados-membros.
Segundo o estudo, da autoria de James Rogers e Cécile Philippe, em 2013 o Chipre é o país em que os cidadãos têm de trabalhar menos dias (14 de março), seguindo-se a Irlanda (24 de abril) e Malta (29 de abril).
Por oposição, os belgas são os europeus que mais dias têm de trabalhar para se "libertarem" dos impostos. Este ano, a Bélgica assinala o Dia da Libertação de Impostos a 8 de agosto, três dias mais tarde do que em 2012.
Os espanhóis, por exemplo, têm de trabalhar até 12 de junho para conquistarem a libertação de impostos e os gregos até 17 de junho.

                                                                           CM

1 comentário:

  1. Era bom se assim o fosse
    No parlamento gente competente
    Quando o trigo se ceifava com a foice
    A política de Salazar era diferente
    Quem reclamasse, o fanático ditador
    Mandava a polícia bater nessa gente!

    Este para lá quer caminhar
    Comandante navegador, cuidado
    Se o vento forte soprar
    Deixa o barco ao cais encostado!

    Bom fim de semana para ti,
    amigo António, um abraço
    Eduardo.

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