terça-feira, 30 de outubro de 2012

O UBS, O MAIOR BANCO DA SUÍÇA, VAI DESPEDIR 10.000 TRABALHADORES...


O UBS, o maior banco da Suíça, anunciou hoje a sua intenção de despedir 10.000 trabalhadores num plano estratégico de reduzir a massa laboral na sua divisão de negócios centrando-se na banca privada e no investimento.
A entidade bancária anunciou o despedimento em massa na apresentação dos resultados do terceiro trimestre do ano no qual registou prejuízos líquidos de 2.127 francos suíços (1.772 milhões de euros), 
mais 131 por cento do que os prejuízos do terceiro trimestres de 2011.
Em meados de Outubro, o conselheiro delegado do UBS, Sérgio Ermotti, anunciou que tom ária todas as medidas que fossem necessárias para fazer face à crise que vive o sector.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

PORTUGAL ACOMPANHA GRÉCIA, NA MESMA CAMINHADA...


Portugal "no mesmo caminho" da Grécia

Reestruturação da dívida + Mais dinheiro da ‘troika' = Grécia

É o aviso da revista britânica «The Economist», num artigo intitulado «Mais dor, menos ganho». Li aqui: Agência Financeira e aqui: Diário Económico.

«The Economist»: Portugal terá de reestruturar a dívida
 Relatório sobre Portugal diz que o país não foge ao ‘haircut’. Dívida chegou aos 200 mil milhões no final do segundo trimestre, revela o BdP.

Sem avançar para uma reestruturação da dívida, Portugal não vai conseguir ser solvente. O aviso é da Economist Intelligence Unit (EIU), que acredita que o País também vai precisar de mais dinheiro da ‘troika' e aponta para uma recessão de 2,2% no próximo ano, que poderá tornar inatingíveis as metas de consolidação acordadas com as autoridades internacionais.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

CONDENADO POR EMPREGAR FILHAS...



Brasil: Autarca condenado por empregar filhas

A Justiça brasileira condenou o presidente da Câmara de Salto de Pirapora, Joel David Haddad, por ter dado emprego às duas filhas, ao nomeá-las para cargos da administração local não sujeitos a concurso público.
É urgente; Alterar as leis em Portugal, para o país funcionar em democracia! Em casos de condenação, sem direito a recursos.


 
De acordo com a decisão da juíza Tamar Oliva de Souza Totaro, o autarca cometeu o crime de nepotismo, ou favorecimento de familiares, e feriu o princípio da moralidade da administração pública. Haddad foi condenado a pagar uma multa equivalente a 30 vezes ao ordenado das filhas, deve ser cessar funções e fica ainda inibido de se candidatar a cargos públicos nos próximos quatro anos. Contudo, a sentença, ditada por tribunal de primeira instância fica suspensa em caso de recurso e Jaqueline Haddad, uma das filhas favorecidas pelo autarca e sua defensora, já anunciou que vai recorrer.
Esta foi a segunda decisão sobre o mesmo caso. Na primeira, em Setembro de 2011, Jamile e Jaqueline, as duas filhas de Haddad, tinham ficado obrigadas a abandonar os respectivos cargos. Mas, um ano depois, o jornal ‘Cruzeiro do Sul’, apanhou Jamile a trabalhar na área em que era directora.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

domingo, 21 de outubro de 2012

A SOLUÇÃO ENCONTRADA PELA AUTOEUROPA...


Autoeuropa leva pessoal a emigrar para não despedir

Publicado às 17.56

EDUARDA FROMMHOLD
 
 
foto JOÃO GIRÃO/GLOBAL IMAGENS
Autoeuropa leva pessoal a emigrar para não despedir
Medida será implementada em 2014 para evitar despedimentos
 

Comissão de Trabalhadores e Administração da empresa estão a estudar medidas para fazer face à quebra de produção. Trabalhadores admitem passar um ano na Alemanha para manter posto de trabalho.
A Autoeuropa está a pensar transferir temporariamente trabalhadores para as fábricas da Volkswagen na Alemanha, para evitar ter que despedir pessoal em Palmela. A ideia resultou de um workshop entre a Comissão de Trabalhadores (CT), administração da empresa e representantes da casa-mãe na Alemanha, para fazer face à queda da produção que inevitavelmente irá acontecer no próximo ano, avançou ao JN/Dinheiro Vivo o coordenador da CT, António Chora.
Os trabalhadores já começaram a ser consultados à cerca da eventual disponibilidade para irem trabalhar para a Alemanha por um período de tempo ainda não definido, mas que poderá ser de um ano. À partida, a aceitação parece ser boa, mas as condições ainda não foram discutidas. "Por enquanto é apenas uma possibilidade que está a ser estudada e os trabalhadores estão a ser auscultados, mas ainda não há nada de concreto", esclareceu António Chora.
A ideia, aliás, não é nova. Os trabalhadores da fábrica portuguesa já estão habituados à mobilidade de mão de obra entre fábricas da Volkswagen e muitos deles já participaram dessas ações quando é necessário reforçar as equipas para aumentar a produção em determinada unidade devido ao lançamento de um novo produto, explicou ainda o coordenador da CT. Mas a solução nunca antes tinha sido utilizada para evitar despedimentos devido à falta de encomendas, que são a consequência da difícil crise que os fabricantes de automóveis, sobretudo europeus, atravessam.
Com capacidade para produzir de 800 a 900 veículos por dia, em três turnos de laboração, a fábrica da Autoeuropa está agora a produzir em média apenas cerca de 625 carros por dia. E isto porque tem recorrido ao lay-off. Até ao final de novembro, estas paragens da produção já representam mais de um mês. "Até agora já foram realizados ao longo deste ano 25 dias de lay-off e estão marcados mais oito dias de paragem da produção até ao final de novembro", salientou António Chora.
E é pouco provável que pare nos 33 dias, prevendo-se que deverão ser necessários novos dias de lay-off em dezembro, admite, acrescentando que, "neste momento, a gestão pela casa-mãe na Alemanha está a ser feita mês a mês", à medida que vão ficando a conhecer as encomendas.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A TRISTE REALIDADE DO MEU PAÍS...


Enfermeiro despede-se de Cavaco Silva antes de emigrar e implora para não criar “imposto” às lágrimas e saudade

17.10.2012 - 18:51 Por Lusa

Enfermeiro enviou carta para BelémEnfermeiro enviou carta para Belém ()
 Pedro Marques, enfermeiro português de 22 anos, emigra quinta-feira de madrugada para o Reino Unido, mas antes despediu-se, por carta, do Presidente da República e pediu-lhe para não criar “um imposto” sobre as lágrimas e sobre a saudade.

“Quero despedir-me de si”, lê-se na missiva do enfermeiro portuense, enviada hoje a Cavaco Silva e que tem como título “Carta de despedida à Presidência da República”.

O enfermeiro Pedro Marques, que diz sentir-se “expulso” do seu próprio país, implora a Cavaco Silva para que não crie um “imposto sobre as lágrimas e muito menos sobre a saudade” e apela ao Presidente da República para que permita poder regressar um dia a Portugal.

“Permita-me chorar, odiar este país por minutos que sejam, por não me permitir viver no meu país, trabalhar no meu país, envelhecer no meu país. Permita-me sentir falta do cheiro a mar, do sol, da comida, dos campos da minha aldeia”, lê-se.

Em entrevista à Lusa, Pedro Marques conta que vai ser enfermeiro num hospital público de Northampton, a 100 quilómetros de Londres, que vai ganhar cerca de 2000 euros por mês com condições de progressão na carreira, mas diz também que parte triste por “abandonar Portugal” e a “família”.

Na mala, Pedro vai levar a bandeira de Portugal, ao pescoço leva um cachecol de Portugal e como companhia leva mais 24 amigos que emigram no mesmo dia

Mónica Ascensão, enfermeira de 21 anos, é uma das companheiras de Pedro na diáspora.

“Adoro o meu país, mas tenho de emigrar, porque não tenho outra hipótese, porque quero a minha independência, quero voar sozinha”, conta Mónica, emocionada, pedindo ao Presidente da República e aos governantes de Portugal para que “se preocupem um pouco mais com a geração que está agora a começar a trabalhar”.

“Adoraria retribuir ao meu país tudo aquilo que o país deu de bom”, diz, acrescentando que está “zangada” com os governantes, porque o “país não a quer mais”.

Pedro Marques não pretende que o Presidente da República lhe responda.

“Sei que ser político obriga a ser politicamente correcto, que me desejará boa sorte, felicidades. Prefiro ouvir isso de quem o diz com uma lágrima no coração, com o desejo ardente de que de facto essa sorte exista no meu caminho”, lê-se na carta de despedida do filho de uma família de emigrantes que se quis despedir de Cavaco Silva.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

LEMBRANÇAS DO COBUÉ...

Foi nos idos anos 67/68 na Companhia de Fuzileiros Nº 8

O Colégio S. Miguel, onde fiz parte do Urso, desculpem! (Quis dizer Curso)

A Mandioca, que depois de transformada em farinha, serve para alimentação dos habitantes locais

Momentos para descontrair "Páscoa" à viola portuguesa

O posto de vigia junto ao Lago, não havia hiena que lá chegasse

Aqui era o banquete dos petiscos, «Rancho da Porca» com o tenor António Lorival do exército, ao fundo com o braço no meu ombro, peço a quem souber o seu paradeiro, me informe.

DECLARAÇÕES DE FRANÇOIS HOLLANDE...


Entrevista ao Presidente francês

Portugueses e espanhóis precisam de "uma perspectiva que não seja apenas a da austeridade"

17.10.2012 - 13:32 Por Alexandre Martins

O Presidente francês, François Hollande, defende que a União Europeia "requer uma nova forma de governar"O Presidente francês, François Hollande, defende que a União Europeia "requer uma nova forma de governar" (Foto: Patrick Kovarik/AFP)
 O Presidente francês, François Hollande, dirigiu-se “aos espanhóis e aos portugueses, que estão a pagar caro pelos erros dos outros". "Chegou a hora de lhes dar uma perspectiva que não seja apenas a da austeridade”, defendeu numa entrevista concedida no Palácio do Eliseu a seis jornais europeus.
No encontro com os jornalistas, Hollande declarou que “não é possível, para o bem comum, impor uma prisão perpétua a algumas nações que já fizeram sacrifícios consideráveis, se os seus povos não vêem, em momento algum, os resultados desses esforços”.

“Porque estou convencido de que, se não dermos um novo alento à economia europeia, as medidas de disciplina, por muito desejáveis que sejam, não poderão traduzir-se em nada”, sublinhou o Presidente francês. A frase que proferiu para rematar esta parte da entrevista pode mesmo vir a tornar-se num novo slogan: “A ameaça da recessão é hoje tão importante como a ameaça dos défices!”

União política a discutir após as eleições europeias de 2014

François Hollande diz ser uma evidência que a União Europeia de hoje não pode funcionar da mesma forma que funcionou no início da década de 1960 – “a Europa das pátrias, a federação...” – e defende “uma Europa a várias velocidades”, com o objectivo final de uma maior integração política.

“Nessa época havia seis países, depois oito, depois 12. Hoje somos 27 e seremos 28, com a Croácia. Ao mudar de dimensão, a Europa mudou também de modelo. A minha postura é a de uma Europa que avance a várias velocidades, com círculos diferentes. Podemos chamar-lhes a vanguarda, os Estados precursores, o núcleo duro, isso não importa. O que importa é a ideia”, afirmou o Presidente francês.

Hollande afirma mesmo que a União Europeia moderna – a Europa da moeda única – “requer uma nova forma de governar” e “deve assumir uma dimensão política”.

“Defendo que o Eurogrupo, que reúne os ministros das Finanças, reforce os seus poderes; que o presidente do Eurogrupo tenha um mandato reconhecido, claro e suficientemente longo. Defendo também – e já o disse aos meus colegas da Zona Euro – uma reunião mensal de todos os chefes de Estado e de Governo desses países. Acabemos com essas cimeiras ‘de desesperados’, essas cimeiras ‘históricas’, que no passado não alcançaram nada mais do que êxitos efémeros”, afirmou o Presidente francês.

Terá chegado, então, o momento de se avançar para uma verdadeira união política? Para Hollande, ainda não: “A união política virá depois, é uma etapa que se seguirá à união dos orçamentos, à união bancária, à união social. Será um marco democrático para o que alcançarmos em matéria de integração social.”

O processo de construção de uma união política pode não ser para já, mas Hollande não vê que se possa esperar muito mais tempo, pelo que aponta para “depois das eleições europeias de 2014”. “Esse é o momento para mobilizar os cidadãos e para elevar os índices de participação em torno de um debate sério, o do futuro da Europa”, defende.

Na entrevista, François Hollande afirma também que já é altura de “deixar de pensar que só há um país a pagar por todos os outros”, em resposta a uma pergunta sobre a acção política da Alemanha de Ângela Merkel. “A solidariedade é uma coisa de todos, não apenas dos alemães! É dos franceses, dos alemães e de todos os europeus. Deixemos de pensar que só há um país a pagar todos os outros. Isso não é verdade”, afirmou o Presidente francês.

Mas Hollande faz questão de sublinhar que compreende o ponto de vista alemão. “Estou consciente da sensibilidade dos nossos amigos alemães perante a dívida. Quem paga deve controlar, quem paga deve sancionar”, embora “a união orçamental deva ser alcançada mediante a mutualização parcial das dívidas, através dos eurobonds”, conclui.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O NOIVO ABICHANADO...

Um rapaz, meio abichanado, casa-se com uma loira toda boa e, na lua de mel, vão dar uma volta pela Europa. Um mês depois, os dois estão de volta e a esposa queixa-se à mãe:

- Mãe, o meu marido não me tocou durante toda a viagem. Eu continuo virgem!
- Não é possível! Vou pedir ao teu pai falar com ele!


No dia seguinte, o genro está sentado diante do sogro:

- E então, como foi a viagem?
- Foi óptima, sr. Alberto! A sua filha adorou!
- E como estava Roma?
- Linda e eterna, como sempre! A sua filha adorou!
- E Paris?
- Muito romântica, como sempre! Os cafés, os bistros… a sua filha adorou!
- E a Espanha?
- Fomos ver uma tourada! A sua filha adorou!
- Escuta, jovem! Vamos direto ao assunto, o que a minha filha adora mesmo é de uma piroca deste tamanho!
- Credo sr. Alberto! E quem é que não gosta?

domingo, 14 de outubro de 2012

NUTRIÇÃO DO SÉCULO XXI...


Genes & alimentação: o que mudou desde o homem das cavernas?

Somos uma geração do século XXI, geneticamente próxima do Paleolítico, a viver com profundas modificações da alimentação e novos padrões de estilo de vida que nos empurram para as “doenças da civilização”.
Pensa-se que há cerca de dois milhões de anos atrás, na África subsariana, os indivíduos do género Homo mudaram a sua alimentação, passando de um modelo em que as fontes de energia se centravam mais na ingestão de frutas para um arquétipo de alimentos que cresciam na terra, como rebentos de plantas, bolbos e tubérculos. E admite-se que quase todos os genes e mecanismos epigenéticos que exibimos terão sido seleccionados do Homem moderno surgido em África há cerca de 100.000 a 50.000 anos atrás. A evolução genética continuou, e um dos seeus exemplos mais interessantes em nutrição é o da retenção da capacidade de digerir a lactose (um “açúcar” do leite), depois do desmame e ao longo do estado adulto, em certas populações.
Para ser utilizada, a lactose tem que ser digerida pela lactase, uma enzima produzida no intestino, mas 70% a 80% da população mundial apresenta baixos níveis de lactase. Aliás, considera-se normal a “não-persistência” de produção de lactase pouco tempo depois do desmame. Na Europa, essa “não-persistência” aumenta de Norte para Sul (pode registar uma prevalência de 3% na Escandinávia e 71% na Sicília), mas é surpreendente que alguns grupos conservem, toda a vida, uma actividade lactásica elevada.
Entre as hipóteses para explicar essa persistência inclui-se a pressão evolutiva devido à dificuldade que certas populações – como a colónia viking da Gronelândia, onde eram frequentes as doenças ósseas pela falta de cálcio - teriam em obter luz do sol suficiente para fabricar vitamina D, necessária para aproveitar o cálcio e construir massa óssea. Tolerar bem a lactose e o leite, e assim dispor de mais cálcio, poderia ser uma grande ajuda.
Mas a criação de animais produtores de leite pode também ter contribuído com alguma pressão selectiva ao dar vantagem a indivíduos que, enquanto adultos, eram capazes de utilizar os lácteos como alimentos e assim ficavam em franca vantagem nutricional e de sobrevivência relativamente aos que não os consumiam. Curiosamente, em áreas sem tradição de criação animal para produção de leite, como a China ou a África tropical, poucos adultos digerem a lactose.
Evoluímos e a nossa alimentação tornou-se progressivamente mais distante dos modelos ancestrais. Em particular, investigadores como Loren Cordain reconhecem que as modificações introduzidas durante os períodos Neolítico e Industrial produziram maior carga de açúcares, com a correspondente exigência de trabalho dos órgãos que os regulam. Mas também mais gorduras saturada e trans e escassez de ómega-3, perda de protagonismo de frutas, hortícolas (incluindo os “selvagens”), carnes de animais selvagens (muitas vezes mais magras) e pescado, com menor riqueza vitamínica e mineral.
Nesses períodos aumentou ainda a tendência acidificante da alimentação (por oposição, uma alimentação mais alcalinizante pela escassez de alimentos de elevada densidade energética pode ajudar a prevenir doenças crónicas como a osteoporose e promover a função renal) e o conteúdo de sal, tendo, por outro lado, baixado a ingestão de fibras.
Numa escala evolutiva, estas modificações são demasiado recentes para as características metabólicas que possuímos. Somos, assim, uma geração do século XXI, geneticamente próxima do Paleolítico, a viver com profundas modificações da alimentação, em que novos padrões de estilo de vida nos empurram para as actualíssimas “doenças da civilização”.
pedromoreira@fcna.up.pt
*Nutricionista e Professor Catedrático da Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto

terça-feira, 9 de outubro de 2012

É O APERTO DO NÓ, NA GARGANTA DOS MAIS FRACOS...


Exportação ilegal retira medicamentos a doentes

Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica garante que falhas no abastecimento do mercado nacional devem-se à exportação paralela de medicamentos por armazenistas. Medicamentos mais caros são os alvos.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

AS PESTES QUE VÃO ACABANDO COM OS PORTUGUESES...

....mais um grande classico do cinema....Cavaco Silva pestinha diz:.. gostáram da minha travessura de pôr a bandeira de pernas para o ar?!!!
Foi obra minha...já ke o País tambem esta virado ao kontrario...aproveitei a embalagem...hehehehehehehe...

A mulher! Mais perigoso é o Ministro das Finanças!!!

sábado, 6 de outubro de 2012

AS LEIS SÃO COMO AS MULHERES...


Bandeira ao contrário, gritos e canto lírico

Cavaco Silva iniciou as cerimónias oficiais da implantação da República, hasteando a bandeira nacional ao contrário. O final levou outra marca: duas mulheres furaram a segurança e protestaram, uma com gritos e outra com canto. Anabela Natário e Luísa Meireles (www.expresso.pt)   102



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

IRS PARA 2013...


O Governo vai agravar, no próximo ano, o IRS pago pelos portugueses em cerca de 30% face ao actual valor.
A conclusão retira-se dos anúncios feitos esta quarta-feira pelo ministro das Finanças na conferência de imprensa destinada a dar a conhecer ao país as medidas alternativas à desvalorização fiscal que foi anulada pelo Governo.

Vítor Gaspar revelou que o Executivo vai repor em 2013 aos funcionários públicos e aos pensionistas um dos dois subsídios que lhes foram retirados este ano. E que, em contrapartida irá reduzir o número de escalões do IRS e introduzir uma sobretaxa deste imposto, semelhante à aplicada em 2011. Estas duas mudanças no IRS produzirão um agravamento da taxa média efectiva do imposto de mais 3,2 pontos percentuais.

De acordo com o ministro das Finanças, a taxa média efectiva do IRS é actualmente de 9,8%. Passará agora para 13,2%. Isto significa que o agravamento na factura de IRS a suportar pelos portugueses será em média superior a 30%.

Dois pontos percentuais deste agravamento estão relacionados com a redução dos escalões do IRS de oito para cinco. O resto está relacionado com a sobretaxa do IRS.

O ministro disse ainda que as alterações a efectuar no IRS farão aumentar a progressividade do imposto. Isto significa que o aumento da taxa será mais significativo nos rendimentos mais elevados e mais moderado nos mais baixos.

Em relação à sobretaxa, Vítor Gaspar afirmou que, ao contrário do que aconteceu em 2011, não deverá ser aplicada exclusivamente no subsídio de Natal, repartindo-se os seus efeitos ao longo dos vencimentos dos 12 meses do ano.

Vítor Gaspar anunciou também que se irá proceder a um agravamento adicional da tributação sobre os rendimentos de capital, rendimentos de poupança, património, bens de luxo, tabaco e transacções financeiras. E que o Governo aprovou um conjunto de medidas para combater a evasão fiscal e a economia paralela – medidas que, no seu conjunto, considerou tratar-se de um “enorme” aumento dos impostos.

Para Vítor Gaspar, as medidas repartem o “esforço de ajustamento” pela população “de uma forma justa e equilibrada”.

Em relação à criação da taxa sobre as transacções financeiras, nada concretizou. “Está em aberto”, assumiu, explicando que será introduzida em sintonia com outros Estados-membros da União Europeia, porque “estão a desenvolver-se esforços a nível europeu” e a questão estará em cima da mesa da reunião de ministros das Finanças da zona euro da próxima semana.

O ministro remeteu para a apresentação do Orçamento do Estado para 2013, a 15 de Outubro, detalhes em relação a outras medidas, nomeadamente um aumento da tributação em sede de IRC, justificando que “o exercício [de elaboração do documento] não está fechado” e que as suas explicações de hoje não são para apresentar o orçamento.

Mais desemprego em 2013
Gaspar reviu ainda em alta a previsão do nível de desemprego para 2013. Em vez de uma taxa de 16% da população activa, como previa ainda há três semanas, o Governo aponta agora para 16,4%. Embora considere que a proposta de alteração da Taxa Social Única, que o Governo deixou cair, visava conter o agravamento do desemprego e teria impactos positivos na criação de emprego, o ministro reconheceu que, pela forma como foi recebida, não teria “condições de aplicabilidade”.

Gaspar diz não existe “uma medida alternativa” que resposta aos objectivos definidos pelo Governo para a medida – promover o crescimento e a competitividade –, mas adiantou que existem muitas ideias “parcelares” dos parceiros sociais, com “margem de adaptação”, que “precisam de ser afinadas” para serem postas em prática.

Questionado sobre as declarações de António Borges sobre a reacção dos empresários às mexidas na TSU, Vítor Gaspar insistiu que foram feitas em nome pessoal e que não reflectem “a posição oficial do Governo”. Para as empresas e os trabalhadores, deixou a seguir uma mensagem: “O esforço de ajustamento do sector privado em Portugal, das empresas portuguesas, dos empresários portugueses e dos trabalhadores portugueses é a força motriz… por trás do comportamento das nossas exportações”.

Notícia actualizada às 16h31

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O SILÊNCIO DAS ALTERNATIVAS À TSU...


A Comissão Europeia escusou-se a revelar o teor das medidas alternativas introduzidas no programa de ajustamento português para compensar o recuo na Taxa Social Única, mas afirmou que cumprem os mesmos objetivos orçamentais e estruturais.
 
foto ARQUIVO/JN
Bruxelas em silêncio sobre alternativas à TSU
Sede da CE
 
Questionado na conferência de imprensa diária do executivo comunitário sobre o teor das medidas alternativas introduzidas no programa de ajustamento para compensar o recuo na TSU, o porta-voz dos Assuntos Económicos da Comissão Europeia reiterou que cabe ao Governo português revelar o seu conteúdo.
"Tudo o que posso dizer é que a Comissão alcançou, com as restantes instituições da 'troika' [Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional], um acordo 'ad referendum' [locução latina que significa para aprovação], um acordo a nível técnico, essencialmente", afirmou Simon O'Connor.
Na segunda-feira, depois de o presidente da Comissão, Durão Barroso, ter anunciado, em Lisboa, que o executivo comunitário já tinha aprovado as medidas alternativas apresentadas pelo Governo português, o porta-voz do comissário Olli Rehn disse à Lusa que o memorando com as novas medidas foi acordado no "final da semana passada", necessitando ainda de aprovação formal.
Simon O'Connor lembrou que a decisão sobre a aprovação formal da quinta revisão do memorando está prevista para a reunião que os ministros das Finanças da zona euro (Eurogrupo) e da UE (Ecofin) vão celebrar a 08 e 09 de outubro, no Luxemburgo.
Na semana passada, a Comissão Europeia disse esperar que o Governo português encontrasse alternativas à alteração da TSU, que em "números e em qualidade", não alterassem o acordo global e as metas acordadas com a 'troika'.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

DEPOIS DAS FUNDAÇÕES, OS OBSERVATÓRIOS...


Depois das fundações, É BOM QUE NÃO SE ESQUEÇAM dos observatórios...
duplicam-se, triplicam-se na mesma área de acção. qual é a mais valia para a sociedade portuguesa e quanto custam ao contribuinte?


Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório da doença e morbilidade
 (...se só para a saúde são 3 para a doença 1 é pouco!!!)
Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas
 (...mais 3 !!!)
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório do turismo
Observatório para a igualdade de oportunidades
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional
 (...???)
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria
(...o que é que esta gente fará ??)
Observatório sub-regional da Batalha (...deve observar o que o de Leiria deveria fazer ??)
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente da justiça
Observatório estatístico de Oeiras
 (...deve ser para observar o SATU !!!)
Observatório da criação de empresas
Observatório do emprego em Portugal
  (...este é mesmo brincadeira !!!)
Observatório português para o desemprego  (...este deve ser para "espiar" o anterior !!!)
Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português
(...importante para os acordos "Brasilaicos-Portuenses" e mudar a Estória deste Brasilogal !!!)
Observatório de segurança
Observatório do desenvolvimento do Alentejo
(...este deve ser para criar o tal deserto do Sr. "jamé" !!!)
Observatório de cheias(...lol...lol...)
Observatório das secas (...boa...)
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade dos serviços de informação e conhecimento
(...mais 3 !!!)
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores
 (...serão da DECO ??)
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal
  (...o que é estes fazem ???)
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório para as crenças religiosas
  (...gerido pelo Patriarcado com dinheiros públicos ???)
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas
Observatório dos mercados rurais
 (...espetacular)
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais
 (...valha-nos a virgem !!!)
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira
 (lol...lol...)
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações
 (...este não existe !!! é mesmo tacho !!!)
Observatório da natureza
Observatório qualidade
 (...de quê??)
Observatório quantidade (...este deve observar a corrupção descarada)
Observatório da literatura e da literacia
Observatório nacional para o analfabetismo e iliteracia
Observatório da inteligência económica
 (hé! hé!! hé!!!)
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório das ciências do 2º ciclo
 (...será que a Troika mandou fechar os do 3º, 4º e 5º ciclos)
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
Observatório permanente das organizações escolares
Observatório médico
Observatório solar e heliosférico
Observatório do sistema de aviação civil
 (...o que é este gente fará ??)
Observatório da cidadania
Observatório da segurança nas profissões
Observatório da comunicação local
(...e estes ???)
Observatório jornalismo electrónico e multimédia
Observatório urbano do eixo atlântico
 (...minha nossa senhora !!!)
Observatório robótico
Observatório permanente da segurança do Porto
 (...e se cada cidade fosse criado um !!!)
Observatório do fogo (...que raio de observação !!)
Observatório da comunicação (Obercom)
Observatório da qualidade do ar
(...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???)
Observatório do centro de pensamento de política internacional
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais
(...este é bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!)
Observatório europeu das PME
Observatório da restauração
Observatório de Timor Leste
Observatório de reumatologia
Observatório da censura
Observatório do design
Observatório da economia mundial
Observatório do mercado de arroz
Observatório da DGV
Observatório de neologismos do português europeu
Observatório para a educação sexual
Observatório para a reabilitação urbana
Observatório para a gestão de áreas protegidas
Observatório europeu da sismologia
 (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???)
Observatório nacional das doenças reumáticas
Observatório da caça
Observatório da habitação
Observatório Alzheimer
Observatório magnético de Coimbra


 
O que é que toda esta gente observa? Tornou o País melhor???