CAMINHADA DO PAI NATAL!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

OLHA...OLHA...LEMBRAM-SE DELE?


EX-MINISTRO DE CAVACO SILVA

Mira Amaral defende gente de "cabelo branco" no Governo

Hoje
Mira Amaral defende gente de "cabelo branco" no Governo
Luís Mira Amaral considerou hoje que Portugal "tem que trazer para o Governo pessoas com experiência política", pagando-lhes a "média declarada no IRS nos últimos três anos".
O ex-ministro da Indústria de Cavaco Silva, numa alocução muito crítica na conferência "Portugal em exame, ideias para um pacto de crescimento", organizada pelo grupo Impresa, apelou ainda ao Governo que "cumpra o programa do PSD" em que disse ter votado "e não está a ser cumprido". "É o que tenho a dizer a este Governo", afirmou.
Mira Amaral criticou ainda vivamente a estratégia do aumento dos impostos, o que, na sua opinião, justifica uma segunda medida que defendeu no mesmo evento: o corte da despesa pública primária em 50 por cento no período de oito anos, ou seja, em duas legislaturas.
"Quanto mais os impostos aumentam mais a economia vai abaixo", acrescentou.
Por outro lado, sabendo que uma decisão destas teria que enfrentar uma forte contestação, o ex-ministro da Indústria acrescentou que "há sempre uns tipos que vão refilar por cortarmos 20 por cento". "Ora, se vão refilar, deve cortar-se 100 por cento!", concluiu.
Sobre a remodelação do Governo, Mira Amaral defendeu a necessidade do Executivo integrar gente "de cabelo branco", com "experiência política", e não um "conjunto de académicos" inexperiente.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

QUANDO O CARNEIRO RECUA, A MARRADA É MAIS FORTE!


foto JORGE AMARAL/GLOBAL IMAGENS
Aumento do IRS paga fim da TSU e devolução de subsídios ao público
Reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, em Lisboa
 
"O Governo está, nesta altura, a preparar uma proposta que vise devolver parcialmente os subsídios de Natal e de férias ao setor público e aos reformados e pensionistas, compensando essa devolução parcial com a distribuição por todos os portugueses - por todo o setor não público e não reformados e pensionistas, portanto, pelo setor privado também - das medidas que deverão compensar esta perda de poupança", anunciou Pedro Passos Coelho.
O primeiro-ministro não quantificou a devolução parcial dos subsídios de férias e de Natal ao setor públcio e aos reformados e pensionistas, nem o valor do aumento de impostos, prometendo comunicar "a muito breve prazo" este "novo desenho".
O primeiro-ministro disse que o "reescalonamento do IRS" e impostos "sobre o património e o rendimento de capitais" fazem parte das propostas desenhadas pelo Governo para substituir a queda da alteração da TSU, apresentadas aos parceiros sociais, em reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, esta segunda-feira, em Lisboa.
"O imposto privilegiado para compensar a queda da alteração da TSU é o IRS", disse Pedro Passos Coelho, que interrompeu a reunião com os parceiros sociais para anunciar estas propostas.
"Removida a alteração à TSU", o Governo "comprometeu-se a explorar com os parceiros sociais medidas favoráveis ao combate e ao desemprego e a competitividade das empresas", disse Passos Coelho, antes de voltar para a reunião.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

MUITOS E UNIDOS VENCEREMOS!



Mais de onze mil dizem que vão a Belém

11.423 utilizadores da rede social Facebook já prometeram estar presentes na concentração marcada para hoje, sexta-feira, ao final da tarde, frente ao Palácio de Belém.



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mais-de-onze-mil-dizem-que-vao-a-belem=f754579#ixzz277O1GlwJ

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

ACADÉMICA...


Académica é a equipa outsider da Liga Europa

treinador da AcadémicaPedro Emanuel, está confiante num resultado positivo no terreno do Viktoria Plzen, embora tenha salientado que osacademistas estão longe de serem favoritos ao apuramento no seu grupoda UEFA Europa League.
“Trata-se de um adversário difícil, competitivo. É um incentivo e um alento extra para o trabalho de cada jogador, mas também para o meu. Uma competição desta importância dá mais vontade e determinação em continuar a ter ambição que me caracteriza, mas uma ambição que não é desmedida”, começou por afirmar Pedro Emanuel.
Sobre a situação do grupo que integra a sua equipa, Pedro Emanuel é taxativo: “Somos o ‘outsider’ do grupo e, provavelmente, de toda a competição”, antes de indicar aquilo que motivará os conimbricenses na prova: “Estamos de volta à Europa 42 anos depois e temos a ambição de fazer o melhor por este emblema com tanta história”, acrescentando que “esta participação é um prémio justo para os jogadores pelo que conquistaram na época passada”. ( Diário as beiras)

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

NA MINHA CAMINHADA ENCONTREI-OS...

Regressei de uma das minhas caminhadas, ao meu país, após o 25 de abril de 74 pensando vir encontrar um país mais democrático, mas fui enganado e assaltado por quem tinha jurado honrar Portugal e as suas instituições, depois destes anos todos a ouvir promessas e mentiras, que confiança tenho nos políticos portugueses? De 1 a 20, dou 0...É esta a classificação que merecem.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PORTUGUESES ESTÃO PREPARADOS...


PIRES DE LIMA

Portugueses preparados para mais austeridade

por Lusa, publicado por Leonor Mateus FerreiraHoje
O gestor António Pires de Lima defendeu hoje que os portugueses estão preparados para aceitar mais austeridade desde que justa e que se perceba o seu sentido.
"Penso que os portugueses estão preparados para mais austeridade, se perceberem o sentido dessa austeridade e que é uma austeridade justa. Ninguém está preparado para fazer sacrifícios perpetuamente sem entender o sentido, o resultado e o objetivo desses sacrifícios", disse o presidente da comissão executiva da Unicer.
António Pires de Lima falava à margem da conferência "Competitividade e Crescimento de Portugal no Contexto Mundial", da AT Kearney Portugal, que decorre em Lisboa.
O gestor, que também é presidente da mesa do conselho nacional do CDS-PP, sublinhou ainda que o povo português tem uma capacidade "quase única" para aceitar sacrifícios.
"O povo português é absolutamente extraordinário na forma como aceita os sacrifícios e que é quase única. Este capital não se pode perder", disse.

domingo, 16 de setembro de 2012

TSU...



Número de participantes de norte a sul estimado em mais de 660 mil

"Que se lixe a troika. Queremos as nossas vidas", foi gritado por cerca de 669 mil pessoas de norte a sul do país e ilhas. São estes os totais possíveis de apurar num protesto que nasceu espontaneamente. Recorde aqui tudo sobre o dia do combate à austeridade. 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt#ixzz26d9jXezZ

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

MENSAGEM DA CAMINHADA DO OESTE!

Comecei a caminhar, não sei bem para onde, só sei que apenas tenho o meu amigo Eduardo, que de vez em quando vem espreitar se vou perdido, mas dá-me a sensação que estou num deserto sem fim à vista, relva nem vê-la, coelhos mesmo que apareça algum, dá-me enjoo e vontade de vomitar...Estou a ver ao longe que o sol me quer dizer algo como: Continua... Não desistas! «Atrás duma cova, está um monte», e aí poderás encontrar o que procuras...Decidi, apesar das dificuldades, continuar a CAMINHADA.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

VIVIR SIN TI...

Um pouco de música romântica, para animar a coisa, podemos ir ao fundo...Mas iremos cantando e dançando! O "Titanic" como exemplo.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

TROIKA DÁ MAIS UM ANO...


Troika dá mais um ano para Portugal atingir as metas do défice

11.09.2012 - 15:13 Por Ana Rita Faria, Pedro Crisóstomo
<p>A flexibilização não altera o pacote financeiro, garante Vítor Gaspar</p>
A flexibilização não altera o pacote financeiro, garante Vítor Gaspar
 (Nuno Ferreira Santos)
O ministro das Finanças anunciou hoje que a troika “perdoou” o desvio orçamental deste ano, permitindo que o défice fique nos 5%, em vez dos 4,5% previstos. A meta acordada para o próximo ano foi também revista, pelo que Portugal terá mais um ano para cumprir com os limites de Bruxelas. Não será preciso um reforço do programa, disse ainda Vítor Gaspar. Com vídeo
“A missão concluiu que foram feitos progressos significativos no ajustamento necessário para a diminuição dos desequilíbrios económicos e financeiros que persistiram durante mais de uma década. A estratégia definida é apropriada”, começou por dizer Vítor Gaspar, na conferência de imprensa que está a decorrer no Ministério das Finanças, para apresentar os resultados do quinto exame da troika.

“Contudo, o aumento do desemprego, a deterioração do ambiente externo e a composição do ajustamento interno da economia portuguesa aumentaram substancialmente o esforço de consolidação necessário para atingir a prazo o equilíbrio orçamental”, salientou o ministro, dizendo que a troika decidiu, por isso, flexibilizar as metas do défice e da dívida pública.

Assim, em vez do défice de 4,5% inicialmente previsto para este ano, o Governo poderá chegar ao final de 2012 com um défice de 5% do PIB. Do mesmo modo foram também alterados os limites do próximo ano: o défice terá de ser de 4,5% em 2013, em vez dos 3% inicialmente acordados. Só em 2014, Portugal terá de ter um défice abaixo do limite dos 3% – 2,5%.

“Desta forma as conclusões do quinto exame apontam para adiamento para o ano do cumprimento do limite de 3%”, concluiu Vítor Gaspar. O ministro salientou que a possibilidade de alterar as metas do défice decorre da “relação de credibilidade e confiança que foi possível estabelecer com parceiros internacionais”.

Vítor Gaspar salvaguardou, também, que a alteração das metas não implica qualquer modificação do pacote financeiro do programa, ou seja, não será necessário mais dinheiro dos parceiros europeus e do FMI. O Eurogrupo, na reunião de Julho, tinha incentivado as instituições internacionais a encontrarem uma “solução que assegurasse o sucesso do programa de ajustamento”, adiantou.

O Governo reviu também as previsões económicas para 2013, projectando agora que a economia, em vez de crescer, continue em recessão, com uma queda do PIB de 1%. A taxa de desemprego deverá atingir os 16%, valor que, de acordo com Vítor Gaspar, não será maior uma vez que “os efeitos da deterioração da actividade económica serão contidos pelos efeitos positivos da desvalorização fiscal prevista”.

Para corrigir o desvio orçamental deste ano e cumprir com a nova meta do défice de 5%, o Governo ainda vai tomar medidas adicionais para controlar a despesa e ainda aumentar a tributação sobre imóveis de elevado valor e sobre os rendimentos de capital.

TSU não é “moeda de troca”

Referindo-se à descida da Taxa Social Única e ao aumento das contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social, Vítor Gaspar recusou a ideia de que a medida seja uma “qualquer moeda de troca”. “Isso seria uma forte distorção da forma como este processo decorre”. Com a descida das contribuições das empresas para a Segurança Social, o Governo espera que a medida leve à criação de 50 mil empregos em Portugal (em 2013 e 2014).

Os trabalhadores independentes vão sofrer um aumento dos descontos com os chamados “recibos verdes” de 29,6% para 30,7%, alteração que o primeiro-ministro não tinha esclarecido na sexta-feira e que foi agora explicada pelos responsáveis das Finanças.

Vítor Gaspar avançou ainda que os reformados da função pública com uma pensão superior a 1500 euros vão ter um corte entre 3,5% e 10% no próximo ano

Governo diz que não prevê mexer no IVA

Questionado sobre possíveis mexidas no Imposto sobre o Valor Acrescentado, assegurou que “não está prevista qualquer alteração do IVA neste contexto”. Mas confessou que, dando uma resposta negativa, hesitava em passar a palavra do secretário de Estado, ao que este respondeu: “É melhor não, senhor ministro”.

Mais imposto sobre dividendos, mais-valias e bens de luxo

O ministro das Finanças anunciou ainda um aumento de vários impostos sobre os rendimentos mais elevados, de modo a garantir uma “repartição equitativa do esforço de ajustamento”. A tributação sobre os rendimentos de capital vai subir já este ano e continuar agravada em 2013. Os imóveis de elevado valor também serão mais taxados, bem como os bens de luxo. Ao mesmo tempo, será alargada a base de incidência do IRC.

Notícia actualizada às 17h31

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

FRANÇOIS HOLLANDE NO RUMO CERTO!



França: François Hollande anuncia "agenda para a recuperação" económica nos próximos dois anos

20:14 Domingo, 9 de setembro de 2012
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Paris, 09 set (Lusa) -- O presidente francês anunciou hoje uma "agenda para a recuperação" económica do país durante os próximos dois anos, e garantiu que os vencimentos superiores a um milhão de euros serão taxados a 75 por cento "sem exceções".
"Vou estabelecer uma agenda para a recuperação [do país]. Dois anos para pôr em prática uma política para o emprego, para a competitividade e para equilibrar as contas públicas", afirmou François Hollande no jornal das 20:00 da TF1, na sua primeira entrevista televisiva depois das férias de verão.
Numa altura em que, quatro meses depois da sua eleição, assiste a uma queda de popularidade entre a opinião pública e na imprensa, Hollande garante que "escuta a impaciência".


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/franca-francois-hollande-anuncia-agenda-para-a-recuperacao-economica-nos-proximos-dois-anos=f752129#ixzz265uCMkIe

RUMO AO CONTRÁRIO...


Salários mais baixos da função pública são os que podem perder mais dinheiro

10.09.2012 - 19:14 Por Lusa
<p>Quem menos ganha pode ser quem mais perde com novas medidas</p>
Quem menos ganha pode ser quem mais perde com novas medidas
 ()
Os funcionários públicos com rendimentos mais baixos arriscam-se a perder mais dinheiro que outros com rendimentos mais altos e pagarem IRS sobre um subsídio que na realidade não receberam, de acordo com cálculos feitos pela Deloitte para a Lusa.

Precisamente o contrário, vai fazer Hollande em França e esse seria o rumo certo para o barco Europeu.
Nas simulações realizadas pela consultora tendo em conta quatro escalões de rendimento - 1.000/1.500/3.000/5.000 euros mensais - de funcionários públicos, onde não foram considerados quaisquer dependentes, nem despesas dedutíveis, e com base nas taxas finais de IRS em vigor em 2012, as contas apontam para uma maior desvantagem com as mudanças anunciadas sexta-feira pelo primeiro-ministro no caso dos rendimentos mais baixos.

As contas ainda podem sofrer várias alterações, nomeadamente se os escalões de IRS forem reduzidos como é intenção do Governo (embora ainda sem data definida), reiterada na semana passada pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio.

Em todos os casos, nas contas da Deloitte, a diluição no ordenado de um subsídio e consequente retirada através do aumento da contribuição para a Segurança Social/Caixa Geral de Aposentações dá sempre uma perda salarial para estes trabalhadores, ou seja, os funcionários perdem dinheiro ao ver um subsídio reposto.

Nestes casos, tanto no caso dos solteiros como de casados (um titular, sem dependentes), os funcionários públicos que tenham um rendimento coletável mensal de 1.000 ou 1.500 euros acabam por ter uma perda real no salário muito superior aos que recebem 3.000 ou 5.000 euros mensais.

Por exemplo, um funcionário público solteiro com um rendimento colectável (antes de retiradas as contribuições e os impostos mensais) mensal de 1.000 euros acabaria por perder no final do ano 280 euros face a este ano (com os dois subsídios suspensos), enquanto um casado perderia 150 euros, e um trabalhador solteiro com um vencimento de 1.500/mês perderia 420 euros, enquanto um casado perderia 323 euros.

No caso dos trabalhadores com rendimentos colectáveis mais altos, a diferença é bastante menor. Para um trabalhador solteiro com rendimento colectável de 3.000 euros, a perda é de 67,73 euros, e num casado com o mesmo rendimento de 79,28 euros, enquanto no caso dos rendimentos de 5.000 euros/mês a perda é de 108,5 euros no caso dos solteiros, e de 112,88 euros no caso dos casados.

Em causa está o facto dos trabalhadores de mais baixos rendimentos não atingirem o valor da dedução específica - valor legalmente definido como passível de ser abatido aos rendimentos dos contribuintes -, explicou à Agência Lusa Luís Léon, associate partner da divisão de consultoria fiscal da Deloitte.

“Esta redução é mais elevada para os contribuintes que tenham contribuições anuais para a CGA e ADSE inferiores à dedução específica automática aplicável aos rendimentos do trabalho por conta de outrem e que ascende a 4.104 euros (corresponde a contribuintes com rendimentos anuais inferiores a Euro 21.046,15)”, explicou o responsável.

Luis Leon adianta que “para além de as contribuições para a CGA e ADSE serem superiores ao subsídio devolvido, uma vez que as contribuições são inferiores à dedução específica aplicada automaticamente aos rendimentos do trabalho dependente para efeitos de apurar o IRS devido, os contribuintes não deduzem estas contribuições ao IRS devido pelo que acabam por pagar IRS sobre um subsídio que na realidade não receberam”.

Em todo o caso, no caso dos funcionários públicos pelo menos, “o impacto do aumento em 7 pontos percentuais das contribuições para a CGA acaba por ser superior à devolução de um subsídio, o que significa que esta medida só por si significa uma redução salarial face a 2012”, garante o responsável da Deloitte.

Luis Leon lembra no entanto que no discurso de sexta-feira, Pedro Passos Coelho fez alusão a créditos fiscais para compensar este tipo de impactos, ficando assim dependente de mais alterações ao código de IRS uma eventual correcção destes efeitos, apesar de não terem sido adiantados detalhes sobre o assunto, apenas uma eventual consulta aos parceiros sociais sobre o mesmo.

O primeiro-ministro anunciou sexta-feira que os funcionários do privado perderiam na prática o que o Governo estima que corresponda a um subsídio com este aumento da Contribuição para a Segurança Social de 11 para 18 por cento, enquanto os funcionários públicos continuam com um dos subsídios suspensos (na totalidade nos rendimentos acima dos 1.100 euros/mensais e parcialmente acima dos 600 euros) e o outro é reposto de forma diluída nos 12 salários, que será depois retirado através do mesmo aumento da contribuição para a SS.

sábado, 8 de setembro de 2012

TONI REAGE SEM MEDO!

Toni, mesmo no Irão reage sem medo... Vamos seguir-lhe o exemplo!

PORTUGAL PATRIMÓNIO DA AUSTERIDADE!

Anúncio de Passos Coelho

Trabalhadores do privado vão perder um salário



O Governo decidiu aumentar a contribuição dos trabalhadores para a Segurança Social e reduzir a das empresas, para compensar o corte dos subsídios de férias e de Natal e tentar reduzir o desemprego no país. Para os trabalhadores do privado, isto equivale a perder um salário mensal. Os trabalhadores públicos continuam a ser mais penalizados.
A contribuição dos trabalhadores passará dos actuais 11% para 18%. Isto permitirá reduzir a contribuição das empresas também para 18%, dos actuais 23,75%. A medida será incluída no Orçamento do Estado para 2013, para compensar a suspensão dos subsídios de férias e Natal em 2013 e 2014, que foram considerados ilegais pelo Tribunal Constitucional (TC).

O anúncio foi feito esta sexta-feira à noite pelo primeiro-ministro, numa comunicação ao país transmitida na televisão antes do início do jogo entre as selecções de futebol de Portugal e Luxemburgo. A subida de sete pontos percentuais na contribuição dos trabalhadores "será igualmente aplicável aos funcionários públicos e substitui o corte de um dos subsídios decidido há um ano", disse Pedro Passos Coelho. "O subsídio reposto será distribuído pelos 12 meses de salário", completou.

Na prática, os trabalhadores públicos ficarão sem o equivalente a dois subsídios – ou seja, na mesma situação de agora. Os trabalhadores privados, por sua vez, perdem um salário.

Para os pensionistas e reformados, o corte dos subsídios de Natal e de férias mantém-se.

“O que propomos é um contributo equitativo, um esforço de todos por um objectivo comum, como exige o Tribunal Constitucional. Mas um contributo equitativo e um esforço comum que nos levem em conjunto para cima, e não uma falsa e cega igualdade que nos arraste a todos para baixo”, justificou.

Segundo o primeiro-ministro, a decisão do TC sinalizava que o orçamento do próximo ano “deveria conter uma outra combinação de encargos e de sacrifícios” sem ser confundida “com a igualdade estrita”. O orçamento para 2013, disse, contém esse princípio: o documento “não deixará ninguém de fora do esforço colectivo para o nosso ajustamento e traduzirá uma visão global de repartição dos sacrifícios”.

O orçamento do próximo ano vai alargar “o contributo para os encargos públicos com o nosso processo de ajustamento aos trabalhadores do sector privado, mas este alargamento tem directamente por objectivo combater o crescimento do desemprego”.

Passos Coelho disse ainda que é intenção do Governo proteger “os trabalhadores com menores rendimentos, tanto do sector público como do sector privado”, através de “um crédito fiscal em sede de IRS por via do qual os trabalhadores de mais baixos rendimentos vejam diminuir o valor do imposto a pagar ou, nada tendo a pagar, possam receber o mesmo valor da compensação respectiva”. A questão, disse, sertã discutida com os parceiros sociais, para “discriminar positivamente estes trabalhadores”.

O primeiro-ministro defendeu a medida com a necessidade de consolidação das contas públicas e o combate ao desemprego, começando por dizer que “a emergência financeira nacional” ainda não terminou.

Reconheceu a subida do desemprego (15,7% em Julho, segundo o Eurostat). E disse: “É compreensível que por vezes associemos as medidas que nos impõem sacrifícios a efeitos nocivos sobre a economia. Muitos têm explorado essa associação que parece quase instintiva e declaram que a retracção económica e a subida do desemprego se devem à austeridade dita excessiva. Uma das grandes causas do desemprego, sabemo-lo hoje, consiste na dificuldade que as empresas experimentam de acesso ao financiamento”. “O desemprego atingiu uma dimensão que não podemos tolerar”.



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

DRAGHI SALVA GASPAR!!!


DRAGHI SALVA GASPAR

BCE vai poder comprar dívida portuguesa

por Tiago Figueiredo SilvaHoje
Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu
Mario Draghi, presidente do Banco Central EuropeuFotografia © Alex Domanski - Reuters
As obrigações que serão compradas pelo BCE terão prazos entre 1 a 3 anos e não haverá limites de tamanho das transações.
Mario Draghi revelou hoje que a compra de dívida soberana terá de ser feita através de programas apresentados pelos países junto dos fundos europeus e que o BCE vai poder comprar dívida de países que estão ou foram intervencionados e que vão regressar aos mercados, como é o caso de Portugal.
"Como condição é necessário um programa ligado aos fundos europeus (EFSF e ESM), quer seja um programa de ajustamento ou uma linha de crédito condicional. O envolvimento do FMI será considerado, para monitorizar o programa. No entanto, se um governo falhar com os termos acordados, o BCE suspenderá a compra de obrigações", explicou o presidente do BCE.
"As compras de dívida serão consideradas para futuros casos de programas de ajustamento macroeconómico. Poderão também ser consideradas para países que estejam atualmente sob um programa de ajustamento macroeconómico quando reconquistarem acesso aos mercados de dívida", revelou Draghi.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

NOTÍCIAS DO NIASSA!!!


terça-feira, 4 de setembro de 2012

SUBMARINOS EM ÁGUAS TURBAS!


04.09.2012 17:16

Submarinos: MP diz que não há indícios contra Paulo Portas


Lisboa, 04 set (Lusa) - Cândida Almeida, diretora do DCIAP, informou hoje o líder do CDS/PP que não foram "recolhidos indícios da prática de ilícito de natureza criminal" por parte de Paulo Portas "no processo dos submarinos", num documento a que a Lusa teve acesso.
"Em resposta à solicitação, o DCIAP informa que o chamado 'processo dos submarinos' tem a sua investigação aberta contra desconhecidos, não tendo sido recolhidos indícios da prática de ilícito de natureza criminal por parte de V. Exa (Paulo Portas)", escreveu Cândida Almeida diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal no documento enviado hoje ao ministro dos Negócios Estrangeiros que cumpre uma deslocação ao Brasil.
De acordo com as fontes próximas do líder do CDS-PP, Paulo Portas "na sequência de notícias publicadas na imprensa sobre o "caso dos submarinos" solicitou segunda-feira, "ao abrigo do artigo 86 do Código de Processo Penal" o esclarecimento ao DCIAP.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PARA MIM, TODOS FALHARAM!!!


'Troika' culpa Governo português por falhanço do programa

por Nuno AguiarHoje
Vitor Gaspar e Passos Coelho, ministro das Finanças e primeiro-ministro de Portugal
Vitor Gaspar e Passos Coelho, ministro das Finanças e primeiro-ministro de Portugal
O programa da 'troika' não está a produzir os resultados pretendidos, estando em risco o cumprimento da meta do défice fixada para este ano e próximo (4,5% e 3% do PIB, respetivamente), fruto de uma queda drástica das receitas fiscais.
No entanto, os chefes de missão do FMI, Comissão Europeia e BCE lembram que a responsabilidade por este programa é de Portugal, atirando para o Governo pelo menos parte das culpas pelas falhas do programa de ajustamento.
"Não houve um 'mea culpa' por parte da troika. O representante da Comissão Europeia concluiu a sua intervenção com duas notas: elogiar o diálogo político e dizer que este Memorando não é da troika, é de Portugal", afirmou João Proença, secretário-geral da UGT, à saída da reunião na sede do Conselho Económico e Social. "Se as previsões estão a falhar, o clima de confiança está posto em causa. Há um falhanço na maneira como o Memorando está desenhado."
Esse episódio foi também referido por João Vieira Lopes, presidente da CCP. "A troika está a colocar-se numa posição de divisão de responsabilidades. Pareceu-me que foi uma declaração com significado político. Talvez a mais importante feita durante a reunião", disse no final do encontro.