sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

NOTÍCIAS DE MOÇAMBIQUE...


sexta-feira, fevereiro 23, 2018

Há quase quatro anos: Edil de Maputo escorraçado por residentes de Mavalane e Hulene

O edil de Maputo, David Simango, foi escorraçado e insultado, na manhã desta quarta-feira (05), pelos moradores dos bairros de Mavalane e Hulene devido às más condições em que se encontram as vias de acesso e inundação de residências, em consequência da chuva que cai desde a tarde desta terça-feira (04).
A chuva deixou várias ruas intransitáveis na cidade de Maputo e algumas ruas que estão em obra nos bairros de Mavalane e Hulene, ficaram totalmente alagadas. Entretanto, não se sabe com que carga de água, David Simango, escolheu um dia de chuvoso para visitar os empreendimentos. Mas se ele foi com a intenção de mostrar aos munícipes que a edilidade está a trabalhar com vista a melhorar o saneamento da urbe, os residentes daquelas zonas mostraram-lhe o contrário.
David Simango e o seu elenco saíram dali escoltados pela Polícia Municipal. Alguns “chapeiros” que fazem a rota Xipamanine-Laulane paralisaram as suas actividades em protesto contra a progressiva degradação das vias de acesso e consequente intransitabilidade nos dias de chuva.
Augusto Namburete, residente no bairro de Hulene, disse ao @Verdade que está agastado com a edilidade em virtude de a drenagem que está a ser construída no seu bairro ser um fiasco. “Não vejo mudanças. Dezenas de casas estão inundadas.”
No bairro Ferroviário, a chuva desalojou igualmente dezenas de famílias. Maria João, residente no quarteirão 33, viúva e mãe de quatro filhos menores de idade, é uma pessoa desesperada em resultado de a sua casa estar alagada. No bairro Nkobe, no município da Matola, o cenário dramático é o mesmo: ruas alagadas e intransitáveis, casas inundadas e famílias desesperadas.

Fonte: @Verdade – 05.03.2014

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

MILHÕES QUE VOAM DE ÁFRICA SEM BILHETE DE RETORNO...

 Há milhões que voam de África diariamente sem bilhete de retorno, países ricos em agropecuária, pesca, petróleo, diamantes, ouro, ali existe de tudo para que os seus povos vivam melhor que ninguém no entanto a miséria continua porque o dinheiro voa de forma ilegal sem deixar rasto!

Mas há três portuguesas em Moçambique que passando por lá comoveram-se com as carências daquelas crianças e meteram mãos à obra e já concluíram uma nova escola e outras estão nos seus projetos para serem iniciadas obras, se pesquisarem saberão os nomes destas três lutadoras da democracia, está-lhes no sangue o espírito solidário do povo português e as crianças africanas agradecem e nós também, OBRIGADO SENHORAS PROFESSORAS, continuem o vosso trabalho.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

FRAGILIDADES NA GESTÃO DA CIDADE DE MAPUTO...

segunda-feira, fevereiro 19, 2018

"Aluimento da lixeira de Hulene realça fragilidades na gestão de Maputo", diz Venâncio Mondlane

No mínimo, o edil de Maputo, deveria abandonar o posto, diz o deputado do MDM

aluimento de parte da lixeira de Hulene realça fragilidades na gestão da cidade Maputo e violação de direitos humanos, diz o deputado Venâncio Mondlane, pelo Movimento Democrático de Moçambique.
Pelo menos 17 pessoas morreram, vítimas do desabamento da lixeira, na madrugada de segunda-feira, 19 de Fevereiro.
“O que se conclui é pura e simplesmente o que eu chamaria de negligência criminal”, diz Mondlane, que recorda que a lixeira já deveria ter sido encerrada.
Para o deputado, que foi membro da Assembleia Municipal de Maputo, a responsabilidade pela demora na tomada de tal decisão é da liderança do município.
E para que não seja mais um caso esquecido, Mondlane sugere a abertura de um “inquérito - não administrativo e não conduzido pela assembleia municipal - tem de ser judiciário e com envolvimento da Procuradoria Geral da República”.
Por outro lado, Mondlane, diz que a Assembleia Municipal deveria emitir uma moção de censura dirigida ao edil de Maputo (David Simango), “e penso que se ele tiver algum brilho e algum respeito pela sua própria pessoa deveria demitir-se”
Reporta-se que as vitimas não tiveram socorro imediato do corpo de salvação pública.
Mondlane diz que isso revela o tratamento marginal à questões de protecção social na capital de Moçambique.
“As pessoas são contribuintes de um município no qual não têm direitos, incluído o direito à vida”, diz Mondlane.

Fonte: Voz da América – 19.02.2018

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

SANTUÁRIO DA PENINHA...


Novo artigo em Em busca do bilhar grande

Santuário da Peninha

por edtomsaint
O Santuário da Peninha, também conhecido por Capela de Nossa Senhora da Penha, fica na serra de Sintra, mais propriamente na freguesia de colares. Os 488 metros de altitude a que situa o Santuário, permitem uma vista de cortar a respiração, onde podemos observar desde o Cabo Espichel até à Ericeira.
Edificada no final do século XVII, por Pedro da Conceição, foi o terceiro santuário a ser erguido no local, após os antigos edifícios se terem desmoronado devido a um forte abalo de terra.
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
Santuário da Peninha
edtomsaint | Fevereiro 19, 2018 às 12:48 pm | Etiquetas: capela, Santuário, Serra, Sintra | Categorias: Estremadura, Europa, Portugal, Sintra | URL: https://wp.me/p9t8Ly-5e

NO AUDITÓRIO MUNICIPAL DA FIGUEIRA DA FOZ...

Música: Moscow Piano Quartet toca obras de António Fragoso


MÚSICA


O Auditório Municipal recebe no próximo dia 4 de Março, pelas 17h00, inserido nas Comemorações do Centenário da Morte de António Fragoso e no Ano Europeu do Património Cultural,  um concerto de piano pelo Moscow Piano Quartet. 




O programa é composto por duas obras de António Fragosos ( Allegro  em Ré Maior, da Sonata Inacabada  e Trio em Dó sustenido menor , e uma obra de  Gabriel Fauré - Quarteto com piano nº 1 ). 
O concerto tem entrada gratuita, no entanto sujeita à lotação da sala. 

Moscow Piano Quartet (Quarteto com Piano de Moscovo, MPQ), que tem sofrido algumas alterações na sua composição, foi criado em Moscovo em 1989 pelo pianista Alexei Eremine e pelo violoncelista Guenrikh Elessine. É uma das mais destacadas formações de música de câmara residentes em Portugal. Marcado pela aprendizagem com mestre Valentin Berlinski - violoncelista do Quarteto Borodine - o MPQ tem vindo a divulgar todas as obras escritas para violino, violeta, violoncelo e piano, do período clássico aos nossos dias. Com atuações por toda a Europa e no Japão, em 2001 o MPQ foi condecorado com a «Medalha de Mérito Cultural do Concelho de Cascais», pelo seu trabalho realizado desde 1993 como Quarteto Residente.
 O grupo tem vindo a realizar diversas primeiras audições e estreias em Portugal, sendo convidado regular das principais instituições de concertos e festivais do país.